sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Encontrei esse texo no site do Dr. Augusto Cury; tinha o título de "Professora Inesquecível", aqui: ' COMPAIXÃO". Como o mundo precisa disso!

Professora Teresa conta que no seu primeiro dia de aula parou em frente aos seus alunos do 5º ano e, como todos os demais professores, disse-lhes que gostava de todos por igual. No entanto, ela sabia que isto era quase impossível, já que na primeira fila estava sentado um rapaz chamado Ricardo. Ela, aos poucos, notou que ele não se dava bem com os colegas da classe e muitas vezes as suas roupas estavam sujas e cheiravam mal. Houve até momentos em que ela sentia certo prazer em dar-lhe notas baixas ao corrigir as suas provas e trabalhos. Ao iniciar o ano letivo, era solicitado a cada professor que lesse com atenção a ficha escolar dos alunos, para tomar conhecimento das anotações. Ela deixou a ficha do Ricardo para último. Mas quando a leu foi grande a sua surpresa… Ficha do 1º ano: “Ricardo é um menino brilhante e simpático. Os seus trabalhos estão sempre em ordem e muito nítidos. Tem bons modos e é muito agradável estar perto dele.” Ficha do 2º ano: “Ricardo é um aluno excelente e muito querido dos seus colegas, mas tem estado preocupado com a sua mãe que está com uma doença grave e desenganada pelos médicos. A vida no seu lar deve estar a ser muito difícil.” Ficha do 3º ano: “A morte da sua mãe foi um golpe muito duro para o Ricardo. Ele procura fazer o melhor, mas o seu pai não tem nenhum interesse e depressa a sua vida será prejudicada se ninguém tomar providências para ajudá-lo.” Ficha do 4º ano: “O Ricardo anda muito distraído e não mostra interesse algum pelos estudos. Tem poucos amigos e muitas vezes dorme na sala de aulas.” Ela deu-se conta do problema e ficou terrivelmente envergonhada… E ficou pior quando se lembrou dos lindos presentes de Natal que ela recebera dos alunos, com papéis coloridos, exceto o do Ricardo, que estava enrolado num papel de supermercado. Lembrou-se que abriu o pacote com tristeza, enquanto as outras crianças se riam ao ver que era uma pulseira à qual faltavam algumas pedras e um frasco de perfume pela metade. Apesar das piadas ela disse que o presente era precioso e pôs a pulseira no braço e um pouco de perfume sobre a mão. Naquela ocasião Ricardo ficou um pouco mais de tempo na escola do que o costume. Relembrou-se, ainda, que ele lhe disse: – A senhora está perfumada como a minha mãe! E, naquele dia, depois de todos se irem embora, a professora chorou durante bastante tempo… De seguida, decidiu mudar a sua maneira de ensinar e passou a dar mais atenção aos seus alunos, especialmente ao Ricardo. Com o passar do tempo ela notou que o rapaz só melhorava. E quanto mais ela lhe dava carinho e atenção, mais ele se animava. Ao finalizar o ano letivo, o Ricardo foi o melhor da classe. Seis anos depois, recebeu uma carta do Ricardo contando que havia concluído o secundário e que ela continuava a ser a melhor professora que tivera. As notícias repetiram-se até que um dia ela recebeu uma carta assinada pelo Dr. Ricardo Stoddard, o seu antigo aluno, mais conhecido como Ricardo. Mas a história não terminou aqui… Tempos depois recebeu o convite de casamento e a notificação do falecimento do pai de Ricardo. Ela aceitou o convite e no dia do casamento usou a pulseira que recebeu do Ricardo anos antes, e também o perfume. Quando os dois se encontraram, abraçaram-se longamente e Ricardo disse-lhe ao ouvido: “Obrigado por acreditar em mim e me fazer sentir importante, demonstrando-me que posso fazer a diferença.” E com os olhos banhados em lágrimas sussurrou: “Engano teu! Foi você que me ensinou que eu podia fazer diferença, afinal eu não sabia ensinar até que o conheci. Aprendi a lecionar e a ouvir os apelos silenciosos que ecoam na alma do educando” (Autor Desconhecido).

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Eleição acirra debate sobre impacto do voto evangélico

As eleições para presidente chamaram atenção para o peso do voto evangélico no Brasil, mas os fatores que influenciam a decisão dessa faixa de eleitores e a coesão do movimento como força eleitoral despertam opiniões divergentes.
Júlia Dias Carneiro Da BBC Brasil no Rio de Janeiro
(ver link)http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/10/101027_evangelicos_eleicao_jc.shtml

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

DILMA E SERRA DISPUTAM VOTOS DE EVANGÉLICOS

Eles já representam quase 30% da população brasileira, segundo estimativas do IBGE, e o apoio deles para o segundo turno das eleições presidenciais vem sendo altamente cobiçado pelos dois candidatos. Tanto Dilma Rousseff (PT) como José Serra (PSDB) sabem que o apoio dos evangélicos foi um dos fatores que deu 19% de votos a Marina Silva (PV) no primeiro turno (ela é membro da Igreja Assembleia de Deus) e pretendem atrair para si essa fatia do eleitorado.

No último Censo do IBGE, feito no ano 2000, foram contabilizados 26,1 milhões de evangélicos (15,4% da população brasileira). A estimativa é que, neste ano, quando está sendo feito um novo Censo, eles cheguem a 55 milhões de brasileiros (28,7%).
http://www.atarde.com.br/eleicoes2010/noticias/noticia.jsf?id=5632511