quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Bom dia amigos, Salvador amanheceu com muita chuva, então aproveito para olhar as novidades: jornal, internet, twitter.
Agora a pouco vi uma matéria no jornal sobre denúncias no meio político - isso não é novidade. Mas o que me chamou a atenção é o nível de desrespeito. Nada justifica uma desonra, independente da conduta de quem está sendo desonrado, principalmente no que se refere à autoridade.
As oposições são necessárias, mas a postura de quem tem todo o direito de manifestar a sua opinião, também conta. Isso é exercer democracia. A democracia é mais do que uma Forma de governo e não pode ser confundida com anarquia. 
Quem primeiro usou e viveu o termo democracia foram os gregos e estes criaram todo um conjunto de, digamos, protocolos ou ritos, através dos quais o povo tinha acesso e expressava sua opinião. 
Penso que o protocolo principal é a conduta educada - a famosa educação doméstica e respeito. Caminhar na contramão desse preceito é difundir a desordem e confusão. Não se resolve nada na força do braço. Se não tiver sabedoria, a força será em vão e servirá apenas como fonte de estresse.
Se as próprias autoridades não tomam esse cuidado, que poderemos esperar da sociedade? Há poucos dias, uma criança de 10 anos, deu um tiro na professora e depois de se matou e a sociedade pergunta: Por que? Ninguém entende.
Mas se avaliarmos como a falta de respeito, tem se tornado banal, na nossa sociedade, talvez entendamos melhor porque o mundo está do jeito que está.
No Livro de Romanos 12:2 “ Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente”, a Palavra de Deus nos exorta a não ficarmos de braços cruzados, passivos, se conformando com tudo o que acontece a nossa volta – temos que ser agente de transformação.
A oposição e o confronto são estratégias para mudanças, inclusive pessoais, mas se não exercidas com sabedoria, de forma pacífica, será apenas uma fonte geradora de confusão, onde todos acabam perdendo.
Temos vários exemplos de líderes que revolucionaram o mundo sem guerras, mas o maior líder que já existiu, o Mestre Jesus, ao responder o questionamento dos fariseus, nos ensina: “ Ame o senhor, o seu Deus de todo o coração, ... Ame o seu próximo como a si mesmo...”(Mt.22:34-40)
Podemos ser um canal de benção e mudanças para muitas vidas, sem ter que apelar para a carnalidade, com grosserias. Os Princípios que Jesus nos ensina são fundamentais para qualquer cidadão contribuir para uma sociedade evoluída (começando por nós mesmos). 

sábado, 22 de outubro de 2011

A HUMILDADE E SUBMISSÃO DE JESUS


Quando iniciou o seu ministério, Jesus humilhou-se publicamente diante de Deus. No rio Jordão, submeteu-se à autoridade espiritual que o Pai havia estabelecido.
Deus havia ordenado que João Batista “preparasse o caminho do Senhor”, pregando o arrependimento de pecados. O Pai ungiu João com o espírito Santo enquanto este ainda estava no ventre de sua mãe. Ele foi consagrado pelo senhor para batizar o povo para remissão de pecados.
Jesus, “aquele que não tinha pecado”, não precisava ser batizado. Entretanto, preferiu submeter-se à autoridade espiritual que fora delegada a João e este o batizou.
Ao longo de seu ministério, Jesus continuou submisso à vontade de Deus. À medida que o pai lhe revela o que tinha de fazer, Cristo se submetia integralmente.
Jesus também se submeteu aos governantes da terra. Certa ocasião, as autoridades vieram até ele para coletar o tributo e perguntaram a Pedro: “O mestre de vocês não paga o imposto do templo?”. Ele respondeu: “Sim, paga”. Então Jesus perguntou ao discípulo: ” O que você acha, Simão?” De quem os reis da terra cobram tributos e impostos: de seus próprios filhos ou dos outros?”. “Dos outros”, Pedro respondeu. E o Mestre concluiu: “então os filhos estão isentos. Mas, para não escandalizá-los, vá ao mar e jogue o anzol. Tire o primeiro peixe que você pegar, abra-lhe a boca, e você encontrará uma moeda de quatro dracmas.  Pegue-a e entregue-as a eles, para pagar o meu imposto e o seu”(Mt.17:24-27).
Quando os fariseus o interrogaram para saber se ele achava correto pagar impostos a Cesár, Jesus respondeu: “ Deêm a Cesar o que é de César e a Deus o que é de Deus”(Mc12,17).
Quando Deus revelou a Jesus que a sua hora estava chegando, isto é, o momento de entregar a própria vida pelos pecados do mundo, ele se mostrou submisso e determinado a seguir até Jerusalém (Is.50:7; Lc18:31-33).
No Getsêmani, Jesus curvou-se à vontade do pai. Ele abriu mão da própria vontade e entregou-se a Deus. Quando os escribas, os fariseus e os soldados romanos vieram prendê-lo, ele se mostrou submisso à autoridade deles.  Cristo sabia “que o Pai havia colocado todas as coisas debaixo do seu poder” (Jo 13:3). Jesus disse a Pedro: “Você acha que eu não posso pedir a meu Pai, e ele não colocaria imediatamente à minha disposição mais de doze legiões de anjos?” (Mt. 26:53). Ele se entregou aos que o vieram prender e assim mostrou-se submisso à vontade de Deus.
Sabendo que o seu sofrimento e a sua morte estavam no plano de Deus, Jesus também se submeteu à autoridade sobre mim, se esta não te fosse dada de cima”(Jo19:11). Ao agir dessa maneira, Jesus também estava se submetendo à vontade de Deus.
Jesus aceitou ser esbofeteado, açoitado e ridicularizado. Não questionou, simplesmente se mostrou humilde. Não reclamou nem discutiu, apenas se submeteu. Não tentou argumentar com Deus, tão somente se humilhou perante o Pai. E , por ter agido assim, ENTREGANDO-SE TOTALMENTE à vontade e à autoridade de Deus, foi obediente até a morte e alcançou a vitória definitiva sobre Satanás!
(Bíblia de Estudo  Batalha Espitual e Vitória Financeira. Pr. Morris Cerullo. pág.1.1159)